Ilustração: SindiaEla o olhou, só para ter certeza de que ele também a estava olhando, - com aquele sorriso que se curva mais para a direita do que para a esquerda - e estava. O sorriso dele tem cor de Danoninho e sabor de eternidade. Nenhum outro sorriso no mundo lhe dói tanto.
Sua existência, mesmo que latente, me faz querer existir. Assim mesmo, desse jeito meio torto, com os pronomes e os sentimentos no lugar errado.
* Um muitíssimo obrigada ao Wiliam que fez as modificações especiais - em mim e - em meu blog.
Monique Burigo Marin









